Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)

Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)

Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)

A Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) é um tipo de câncer do sangue caracterizado pelo acúmulo progressivo de linfócitos B anormais no sangue, medula óssea e linfonodos. É uma doença de evolução lenta, muitas vezes descoberta em exames de rotina, e pode permanecer assintomática por anos.

Com o acompanhamento adequado de um hematologista e os avanços das terapias atuais, grande parte dos pacientes convive bem com a doença, mantendo qualidade de vida e controle dos sintomas.

O que é a LLC?

A LLC ocorre quando os linfócitos células responsáveis pela defesa do organismo passam a se multiplicar de forma desordenada e a se acumular. Esses linfócitos são “maduros”, porém disfuncionais, o que compromete a imunidade e altera a produção normal das células do sangue.

É o tipo de leucemia crônica mais comum em adultos, especialmente acima dos 60 anos.

Sintomas mais comuns

Muitos pacientes não apresentam sintomas no início. Quando surgem, os mais frequentes são:

O aparecimento desses sintomas requer avaliação médica imediata.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da LLC baseia-se em uma combinação de exames:

O diagnóstico precoce permite acompanhar a evolução da doença e identificar o melhor momento para iniciar o tratamento.

Tratamentos disponíveis

Nem todos os pacientes com LLC precisam de tratamento imediato. Em muitos casos, utiliza-se a estratégia chamada “vigiar e esperar”, com acompanhamento regular.

Quando o tratamento é indicado, as principais opções são:

O hematologista definirá o melhor caminho com base nos sintomas, exames e características genéticas da doença.

Prognóstico

A LLC é uma doença crônica, mas muitos pacientes vivem por décadas com qualidade de vida.

Hoje, com terapias de alta precisão, o controle da doença é duradouro, com:

O principal fator para bons resultados é o acompanhamento regular com um especialista.

Perguntas frequentes

Reunimos abaixo algumas das dúvidas mais comuns dos pacientes sobre este tema.
As respostas foram elaboradas de forma clara e objetiva para ajudar você a entender melhor o funcionamento da doença, seus sintomas e os cuidados necessários.

Lembre-se: cada caso é único. As informações aqui têm caráter educativo e não substituem uma avaliação individualizada com um especialista.

Não. Muitos pacientes são acompanhados sem tratamento até que haja sinais de progressão.

Em grande parte dos casos, não se fala em cura definitiva, mas sim em controle prolongado e eficaz.

Isso é raro, mas pode acontecer em casos específicos. O acompanhamento ajuda a detectar sinais precoces.

Sim, pode haver maior risco de infecções, principalmente quando o número de linfócitos aumenta muito ou durante tratamentos.

Sim. O monitoramento regular é fundamental para avaliar evolução, sintomas e necessidade de iniciar tratamento.

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